quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

As várias coisas que não me deixam dormir nesta madrugada

Eu não podia ter deixado essa passar, devia ter falado. Não gosto de ficar cheia de perguntas na cabeça, supondo o monte de coisa, sem entender o que acontece a minha volta. Não gosto.

As minhas saudades são muitas, de abraço, de cheiro, de cafuné, de pernas entre as minhas. A cama tá grande e vazia nessa noite quente. Talvez não fosse aqui que eu gostaria de estar, talvez não fosse sozinha.

Um clik, um telefonema e tudo resolvido. Quem dera. Retornam, desligam. Ligam, desligam. Vão ligar de novo, desisto de esperar, e ligam às 3h da manhã. Desculpas aceitas mas nada resolvido. O que estava certo não sei onde vai dar.

Fácil, deu tudo errado é só correr pro melhor lugar de fuga. Não, claro, não é tão fácil assim. Correr pra lá não pode, não é por ninguém, é por mim. Eu decidi e não quero entrar nessa, não dá pra voltar atrás. Não dá e eu não quero.

Mais um telefonema. Queria entrar dentro do celular, mas não dá, não é tão fácil assim. Quem dera.

Um comentário:

Prometeu Acorrentado disse...

hummmmmmmm... qual seria o melhor lugar de fuga?